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O que é Dissertação de Mestrado?

 

O que é Dissertação de Mestrado?

A dissertação de mestrado consiste num requisito importante para a obtenção de proeminente título. Deve, portanto, cumprir as exigências da monografia científica.
Trata-se da comunicação dos resultados de uma pesquisa e de uma reflexão, que versa sobre um tema único e delimitado. Deve ser elaborada de acordo com as mesmas diretrizes metodológicas, técnicas e lógicas do trabalho científico, como na tese de doutoramento.
Tratando-se de um trabalho ainda vinculado a uma fase de iniciação à ciência, de um exercício diretamente orientado, primeira manifestação de um trabalho pessoal de pesquisa, não se pode exigir da dissertação de mestrado o mesmo nível de originalidade e o mesmo alcanca de contribuição ao progresso e desenvolvimento da ciência em questão. Isso não quer porém, esvaziar o caráter profundo e tendenciosamente minucioso da dissertação de mestrado. Ao contrário, pode-se mensurar que ela significa um importante e consistencial passo para a construção de contribuições científicas maiores, de suma importância ao desenvolvimento do País.
A dissertação de mestrado deve necessariamente demonstrar uma proposição e não apenas explanar um assunto, o que resume o tipo de exigência lógica de todo trabalho desde que tenha objetivos de natureza científica bem definidos.
Sua delimitação, abordagem e redação devem ser bem definidas, embasadas em profundas investigações e incursões sobre a temática eleita, resultando num texto coeso, preciso, diretamente proporcional ao assunto selecionado, de forma a refletir o importante passo científico resumido na titulação do mestrado.
Dessa forma, a elaboração de uma dissertação de mestrado necessita de aplicação de concentração, tempo hábil, estudo, investigação, tomada coerente de conclusões, e sua transmigração para um texto bem embasado e organizado.

ESTRUTURA DO TCC E MONOGRAFIA

ESTRUTURA DO TCC E MONOGRAFIA

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou a Monografia dividem-se em três partes: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. Essas partes estão distribuídas em elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, conforme a ABNT NBR 14724/2011. Sugere-se que as monografias compreendam um mínimo de 30 páginas e o artigo um mínimo de 12 e um máximo de 20 páginas.

Hipótese (Trabalho Acadêmico)

Hipótese

É uma suposta resposta ao problema a ser investigado, poderá ser aceita ou rejeitada. Aparece de forma explícita apenas nas pesquisas explicativas.

Nas pesquisas descritivas, “logo após a formulação dos problemas procede-se à especificação dos objetivos em lugar da apresentação das hipóteses. Já nas pesquisas exploratórias, as hipóteses costumam aparecer como produto final.” (GIL, 2000, p. 52).

Construção da Justificativa do Trabalho Acadêmico

A importância da temática escolhida: construção da justificativa

O que é a justificativa?
A justificativa é um texto explicativo que reflete o porquê da sua pesquisa. Nesse momento,
identificam-se as razões que o(a) levaram ao tema, discute-se a importância dele, a fim de
convencer os leitores da relevância da sua proposta.
Em seu texto, devem estar claros alguns elementos: o contexto em que seu tema
está inserido, sua relevância, as contribuições de ordem prática, oportunidades
e prováveis vantagens e benefícios da sua investigação. Os argumentos devem
ser produzidos em aproximadamente dois a três parágrafos, apresentando-se os
motivos pessoais, profissionais, científicos, sociais e/ou acadêmicos que o levaram
à escolha do tema.
Ressalta-se, ainda, que o texto deve ser redigido em terceira pessoa e devem ser
apresentadas algumas citações diretas ou indiretas dos principais autores da área
pesquisada, o que fortalece sua produção, demonstrando que você conhece as
referências sobre o assunto. A seguir, algumas dicas e modelos sobre a justificativa.

Como escrever um Relato de Caso

 

Como escrever um Relato de Caso

Um relato de caso é uma “descrição detalhada de casos clínicos, contendo características importantes sobre sinais, sintomas e outras características do paciente e relatando os procedimentos terapêuticos utilizados, bem como o desenlace do caso” (Parente, 2010). Devido a sua praticidade e eficácia, os relatos de caso tornaram-se bastante comuns na literatura das ciências da saúde.

Os relatos de caso “têm um valor central no descobrimento de novas doenças, tratamentos, efeitos inesperados, efeitos colaterais e para o ensino” (Kienle, 2009). Ainda segundo Kienle (2009), os relatos e séries de casos podem representar a evidência científica decisiva quando se trata de tratamentos não comerciais, os quais são sustentados em grande parte pela arte do médico.

Yoshiba (2007) enfatiza que, de acordo com a maioria das revistas científicas, a relato de um caso é passível de publicação quando “a entidade diagnosticada é rara, o tratamento é pioneiro ou tem alguma inovação, ou o resultado é inusitado”.

Escrevendo o relato de caso

Devido a sua importância, espera-se que os relatos de caso tenham ótima qualidade na sua preparação e exposição, com conteúdo e sequência apropriados, tal como os estudos clínicos. De forma geral, um manuscrito de relato de caso contém entre 1,500 e 2,500 palavras e entre 3 e 30 referências bibliográficas (Kienle, 2011). Espera-se que um relato de caso passou uma estrutura básica composta de: título, resumo/abstract, introdução, descrição do caso, técnica ou situação, discussão, conclusão, bibliografia, figuras, tabelas, gráficos e ilustrações. Entenda a seguir cada uma delas.

Título. Deve ser sucinto, descritivo e acurado (Yoshiba, 2007).

Resumo/abstract. Devem conter entre 150 e 200 palavras, expondo brevemente todos os pontos contidos no texto.

Introdução. Deve ser concisa, contendo informações sobre o assunto, contexto, mérito e objetivo. Lembre-se que na Introdução você deve atrair a atenção do leitor.

Descrição do caso. Faça uma descrição detalhada do caso seguindo a ordem cronológica dos acontecimentos. Adicione detalhes suficientes para que o leitor possa formular uma interpretação adequada. Remove dados supérfluos, como data de exames e dados não confirmados. Se o seu manuscrito trata de vários casos, descreva-os em sequência. Mantenha sempre o anonimato dos pacientes.

Técnica ou situação. Descreva cuidadosa e detalhadamente cada técnica que foi utilizada no caso. Dentre outras coisas, Yoshiba (2007) aponta a descrição de medicações utilizando seu nome comercial, nome do laboratório e dosagem. Possíveis efeitos adversos e interações das mesmas. Se for técnica cirúrgica, faça uma descrição suficientemente detalhada para que o leitor possa reproduzir a técnica de maneira fidedigna.

Discussão. Na discussão é importante enfatizar a importância e singularidade do caso, principalmente com base na revisão da literatura relevante ao tema. Opcionalmente, pode-se dedicar uma seção separada para a revisão da literatura;

Conclusão. Resuma os principais pontos abordados no relato de caso. Enfatize novamente a importância e singularidade do caso. Sugira recomendação e possíveis trabalhos futuros. Lembre-se que o manuscrito trata de um ou poucos casos, o que torna difícil generalizar as conclusões para outros contextos. Portanto, seja prudente em suas afirmações na seção de conclusão.

Bibliográfica. Essa seção contém a lista de referências bibliográficas que foram utilizadas.

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