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Principais desafios da carreira profissional

Principais desafios da carreira profissional

 

Principais desafios da carreira profissional

Existem três tipos de desafios passíveis de serem enfrentados ao longo da jornada em direção a seus objetivose que servem de exemplos de desafios profissionais. Estes incluem obstáculos pessoais, os obstáculos ambientais e obstáculos sociais.

– Obstáculos pessoais

Obstáculos pessoais estão relacionados aos aspectos comportamentais: hábitos inúteis, emoções descontroladas, medos paralisantes e crenças limitantes. Estes comportamentos impossibilitam a tomada de decisões eficazes que venham contribuir com a construção do impulso necessário para a chegada ao destino final.

– Obstáculos sociais

Obstáculos sociais estão relacionados com pessoas que podem cooperar ou sabotar os projetos. Quando se trata de obstáculos sociais, é importante planejar, estabelecer laços e relacionamentos com as pessoas influente que possam contribuir e somar conhecimentos e experiências.

– Obstáculos ambientais

Obstáculos ambientais são condições inesperadas, acontecimentos e circunstâncias que você tem muito pouco controle sobre. Por isso, muitas vezes somos mal preparados e incapazes de lidar com eles de forma mais eficaz.

 

Um bom planejamento, reúne uma melhor compreensão dos possíveis cenários e consequências de decisões e ações para enfrentar desafios no trabalho.

Planejamento também permite uma visão sobre recursos adicionais contribuindo com a superação de obstáculos ambientais com que se encontrará ao longo da jornada em direção ao objetivo.

Busque sempre pensar de uma forma ampla em relação a sua vida e circunstâncias. Ao raciocinar de uma forma expandida, você passa a fazer planos usando da sua capacidade de leitura do que já vivenciou, projeção dos seus conceitos, ideais e com isso ter um melhor discernimento na tomada de decisões.

Como enfrentar os desafios da carreira profissional

O confronto proveniente dos desafios da carreira profissional transmite sobrecarga, principalmente em circunstâncias desconhecidas, ocasionando situações ameaçadoras.  No entanto, há sempre ações e decisões que são capazes de reverter completamente as situações negativas.

1 – Inteligência Emocionalmente

Quando os desafios da carreira profissional surgem inesperadamente geralmente, torna-se fácil reagir emocionalmente a essas circunstâncias infelizes.

Portanto, as reações emocionais muitas vezes não são muito produtivas, e podem ser substituídas pelo aprendizado de recuar emoções e visualizar a situação a partir de uma perspectiva externa – através da lógica e da razão.

2 – Adquirir perspectivas diferentes

Os obstáculos são apenas reais e podem afetar inteiramente o projeto de crescimento profissional, mas existem circunstâncias em que os desafios da carreira profissional facilmente são mal-entendidos e generalizações sobre as circunstâncias levam a atribuir a eles pesos maiores que eles realmente possuem.

 

3 – Ajustar suas prioridades

Às vezes superar obstáculos torna-se inviável porque as prioridades estão fora de ordem. Isto é sobretudo relevante quando se considera o verdadeiro valor do tempo gasto desenvolvendo habilidades ou conhecimentos em campos que podem compromete a capacidade de superar as circunstâncias difíceis.

Isto essencialmente se resume a se comprometer a aprendizagem ao longo da vida. Torne-se um aprendiz ao longo da vida, adquira conhecimentos e habilidades que para trabalhar com os problemas de forma mais eficiente.

4 – Aceitar e reconhecer circunstâncias

Negar um problema existente é a pior atitude humana mediante aos confrontos e desafios da carreira profissional.

Quando negamos que existe algo que nos fecha perdemos as soluções, respostas e oportunidades que estão à espera de serem descobertas. Devemos, portanto, aceitar e reconhecer as circunstâncias pelo que elas são de forma otimista, buscando sempre soluções realista.

5 – Pensamento crítico e criatividade

Criatividade e pensamento crítico foram feitos sobre as fundações dos obstáculos e problemas que as pessoas têm lidado em todo o curso da história humana. Entretanto, sem problemas, não haveria necessidade para o pensamento criativo ou crítico.

É fundamental a dedicação do tempo para aprender e empregar essas duas habilidades quando se deparar com os desafios da carreira profissional.

6 – Aprenda com seus erros

O progresso é construído sobre uma infinidade de erros que cometemos diariamente, sejam eles grandes ou pequenos, portanto significativos no aprendizado das lições que o ajudarão a superar os desafios da carreira profissional.

Separe tempo para instruir-se com cada experiência fracassada e erro que cometeu. Cada aprendizado, maior o crescimento, consequentemente, maior será a capacidade de lidar com os obstáculos que se encontram ao longo do caminho.

7 – Cultive a calma

Calma abastece clareza de espírito, nos possibilita fazer questionamentos mais precisos, pensar mais criativamente, criticamente e eficaz sobre seus problemas.

Quando o corpo e a mente estão calmos, espontaneamente é possível atingir um reservatório de recursos internos que normalmente não seria acessado favorecendo o controle do campo das emoções auxiliando a melhor reação às circunstâncias.

Pesquisa de qualidade

Você está cheio de dúvidas com o seu projeto de pesquisa, sem saber se vale a pena publicar ou refazer tudo, com dúvidas quanto ao impacto e à relevância de seus resultados? Então, calma aí, neste artigo, trataremos de alguns aspectos que constituem uma boa pesquisa. Você poderá se basear nele para fazer considerações sobre o seu projeto.

Antes de qualquer coisa, precisamos esclarecer que uma boa pesquisa é aquela que gera resultados confiáveis. Estes só serão obtidos através de uma boa conduta profissional. Aspectos como foco, planejamento, estrutura, suporte e principalmente a ética são imprescindíveis para a produção de um bom trabalho.

Embora muitas pesquisas possuam essas características, entre elas há um certo nível de diferenciação. Os aspectos aos quais nos referimos são o tipo de revista, a área de atuação, o próprio nome da instituição, entre outros. Não se intimide, se o seu “vizinho” está ganhando mais visibilidade que você, saiba que cada trabalho, por mais simples que seja, sempre terá sua importância.

A Redução de Espaço para Boas Pesquisas
Atualmente, pesquisas publicáveis tem mais destaque do que boas pesquisas. Alguns motivos para isso são:

  1. A contínua pressão depublicar ou perecer“, que afeta principalmente a rotina de jovens pesquisadores.
  2. A chegada dos modelos de acesso aberto e de pagamento de taxas para publicação de artigos.
  3. As instituições, que optam por estudantes de Doutorado, pois estes possuem maior probabilidade de gerar índices de publicação e de citação mais elevados.Como Reconhecer uma Boa Pesquisa

Você deve observar o trabalho pela ótica de uma série de questionamentos:

  • A pesquisa tem uma hipótese sólida?
  • A revisão de literatura foi desenvolvida a partir de fontes confiáveis?
  • O grupo de pesquisa teve tempo e recursos suficientes para desenvolver o trabalho de forma satisfatória?
  • Caso seja necessário, existe alguma possibilidade de refinar a hipótese e as estratégias de investigação?
  • As expectativas da pesquisa são realistas?

Boa Pesquisa e Ética
Imagine um estudante de Doutorado com tempo e recursos limitados. Como “atalho”, o orientador de pesquisa lhe sugere que repita uma tese produzida há 10 anos. Considerando essa situação, podemos pensar:

  • Qual é a validade do estudo em questão? Ele poderia ser repetido? Deveria?
  • Qual a contribuição da pesquisa original para sua respectiva área de estudo? Será que a reprodução desse trabalho contribuiria para a melhoria das conclusões iniciais?
  • Dada a falta de interesse dos periódicos acadêmicos por estudos descendentes, é possível prever a negação de futuros artigos relacionados a essa pesquisa?
  • A escolha de desenvolver uma réplica se baseia no interesse por uma meta acadêmica mais ampla ou se trata de uma decisão oportunista?

Os Blocos Presentes na Construção de uma Boa Pesquisa

  • As revistas especializadas buscam publicações de relevância, com alto nível de novidade. Os pesquisadores devem considerar esse aspecto no momento de escolher os projetos com os quais pretendem se envolver.
  • Ao final da pesquisa, os dados podem se revelar não tão interessantes ou ai
    Construção de uma Boa Pesquisa nda contestar a hipótese inicial. Não se desespere. Esse movimento de sugestão e falseamento ou confirmação de hipóteses faz parte da própria lógica científica. Não é porque a sua hipótese caiu que a sua pesquisa terá menos valor, pelo contrário, ela também indicará caminhos para outros cientistas da área

Apresentação o trabalho em público

Apresentação o trabalho em público

Não há coisa mais horrível do que assistir a uma apresentação chata, lida sem emoções.

Claro: o segredo da boa comunicação é a fala natural, espontânea e próxima do ouvinte. Aprenda o passo a passo para um discurso perfeito

Passo 1 – Ao chegar ao local da apresentação, cumprimente todos de acordo com o grau de formalidade exigida. Se o grupo for de pessoas próximas, vale um “olá, pessoal!”. Porém, se estiver diante da diretoria, seja mais formal, citando diretamente as pessoas que compõem a mesa.


Passo 2 – Em seguida, agradeça a presença de todos e a oportunidade de se apresentar. Com essas palavras, você já terá feito a introdução, conquistando os ouvintes.


Passo 3 – Agora, em uma ou duas frases, fale sobre o assunto a ser desenvolvido e esclareça o problema para o qual pretende apresentar uma possível solução. Assim, os ouvintes estarão devidamente orientados sobre sua apresentação.

Passo 4 -Este é o momento de apresentar a solução ao problema e afastar possíveis resistências do grupo. Para sustentar seu ponto de vista, use exemplos e estatísticas. Tais argumentos ajudam no trabalho de convencimento dos ouvintes.


Passo 5- Finalmente, conclua sua apresentação. Agradeça o convite mais uma vez e peça a reflexão ou perguntas da plateia.
Use bem a expressão corporal:

· Saiba como manter a postura correta durante uma apresentação e mostrar segurança ao falar
· Evite se apoiar ora sobre uma perna, ora sobre a outra.
· Não se movimente diante do grupo sem ter um objetivo. O movimento é recomendado para dar ênfase a uma informação ou para reconquistar ouvintes desatentos.
· Não deixe os braços presos nas costas ou cruzados. Se isso ocorrer às vezes, com naturalidade, tudo bem. Porém, se ficar nessa posição por muito tempo, as pessoas poderão achar que está se protegendo. O resultado poderá ser negativo.
· Não gesticule muito nem pouco. Os gestos devem ser moderados, acompanhando bem o ritmo da fala.
· A fisionomia deve ser expressiva e corresponder ao sentimento da mensagem. Você não pode falar em alegria com um semblante triste.
· Olhe para os ouvintes enquanto fala e perceba como reagem diante da sua mensagem. Assim, eles se sentirão parte do ambiente.

Diferença entre Pós, MBA e Mestrado?

Muitas pessoas se formam e decidem dar continuidade aos estudos. Mas grande parte não sabe qual curso procurar, quais as vantagens de cada um e qual atenderá melhor seus objetivos. Às vezes acabam escolhendo algo que não é o que esperavam, porque não entenderam a proposta do curso. Pós-graduação,


Diferença entre Pós, MBA e Mestrado? são os caminhos mais comuns para se seguir depois de se formar no Ensino Superior. Algumas pessoas pensam que os três são iguais, no entanto, eles são bem diferentes, e destinados a públicos específicos. Por isso vamos explicar o que cada um deles oferece para que vocês possam fazer uma escolha consciente.

O termo pós-graduação já engloba todos os cursos que podem ser feitos após a conclusão do curso superior – seja de bacharelado, licenciatura ou tecnológico. Existem duas modalidades de pós-graduação:

LATO SENSU – corresponde aos cursos de especialização. São cursos voltados para o aperfeiçoamento e atualização do profissional. São destinados a quem quer se aprofundar em uma área, com a intenção de trabalhar nela. Ou seja, são cursos para otimizar a prática profissional. Nessa categoria, estão inclusos os cursos de especialização e o MBA.

MBA Master in Business Administration – em português significa, mestre em administração de empresas. Apesar do nome, o MBA não é um mestrado. No Brasil é considerado um curso de especialização, latu sensu, porque é voltado para a prática profissional. Esse curso geralmente é procurado por profissionais que já estão no mercado e que querem melhorar seus conhecimentos nas áreas de gestão e negócios, para se formarem executivos.

Especialização – são os cursos destinados a quem deseja se especializar em determinada área, bem específica, que pode estar ou não relacionada à primeira graduação. Por exemplo, quem se forma em Administração pode fazer especialização em administração pública, hoteleira, de empresas, hospitalar, etc. Em geral, esse tipo de curso é procurado por profissionais que entram em uma nova área e querem focar seus conhecimentos ou por aqueles que gostam muito de uma área e se especializam para conseguir entrar no mercado de trabalho.

STRICTO SENSU – são os cursos voltados para pesquisa e estudo das teorias de uma determinada área. São destinados à formação científica e acadêmica, ou seja, são mais indicados a quem pretende seguir a carreira acadêmica, como professor, ou científica, como pesquisador. Dentro dessa modalidade, estão os cursos de mestrado e doutorado.

Mestrado – é um curso onde o objetivo é estudar e dominar um assunto específico dentro de um tema. Para isso, o aluno deve produzir uma dissertação sobre seu assunto de interesse. É mais procurado por quem quer ser professor ou pesquisador, mas também pode ser feito por quem deseja ampliar seus conhecimentos para ter uma melhor formação no mercado de trabalho.

Doutorado – geralmente é feito após a conclusão do mestrado. O objetivo é formar pesquisadores, por isso o aluno deve produzir uma tese, para provar alguma ideia que possa contribuir para o crescimento de uma determinada área de conhecimento. O doutorado é o grau mais alto de estudo no Brasil. Em outros países, no entanto, existem ainda o pós-doutorado, conhecido como PhD.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para que uma pessoa tenha sucesso em sua vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional, ela precisa desenvolver certas habilidades e competências,

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para que uma pessoa tenha sucesso em sua vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional, ela precisa desenvolver certas habilidades e competências, como autoconhecimento, organização, paciência, resiliência, ética e outras. Porém, talvez o ponto mais importante e decisivo para tornar alguém bem-sucedido, seja a inteligência emocional.

Ao contrário do que muita gente acredita, inteligência emocional não tem relação com a noção de inteligência tradicional, determinada por muitos pelo QI. Assim como outras capacidades, a inteligência emocional pode ser desenvolvida e exerce grande influência também em outras questões importantes, como a capacidade de liderança e até mesmo a noção de felicidade.

Se você quer se tornar uma pessoa mais consciente de suas ações e sentimentos, quer desenvolver suas habilidades de liderança, autocontrole, comunicação e quer lidar melhor com os outros a seu redor para ter mais sucesso, é hora de conhecer mais sobre a inteligência emocional.

A seguir, você vai descobrir em detalhes o que esse conceito significa, qual sua importância no ambiente de trabalho e como desenvolver a inteligência emocional em seu dia a dia com exercícios práticos.

O que é inteligência emocional?

O conceito de inteligência emocional diz respeito ao modo como as pessoas lidam com seus sentimentos e emoções e também como respondem às pessoas e situações ao seu redor. De forma geral, é simples reconhecer alguém que não tem uma boa inteligência emocional: brigou com a namorada e saiu xingando todo mundo no escritório? Tropeçou na rua e isso estragou seu dia? Acordou de mau humor e sua produtividade caiu? Esses são sinais de que você precisa desenvolver sua inteligência emocional.

Indo mais a fundo no conceito, é difícil não falar de quem primeiro trouxe o termo para o público: Daniel Goleman. Em 1995, com seu livro Inteligência Emocional, ele trouxe esse conceito à tona e foi também o primeiro a o aplicar ao mundo dos negócios com seu artigo de 1998 na HBR.

Um indivíduo com uma boa inteligência emocional consegue lidar melhor com seus sentimentos, controlar impulsos, evitar ser dominado por situações negativas e, consequentemente, se torna mais produtivo, mais empático, melhora sua liderança e consegue ter mais sucesso no dia a dia – seja no âmbito pessoal ou profissional.  

Diferente da inteligência mental, associada ao QI, a inteligência emocional pode ser trabalhada diariamente e existem parâmetros que mostram se uma pessoa é mais ou menos desenvolvida nesse ponto.

Inteligência emocional no ambiente de trabalho

Ter uma boa inteligência emocional é decisivo para o sucesso de uma pessoa em diferentes áreas de sua vida. Porém, quando falamos do universo corporativo, isso se torna ainda mais importante. Segundo um estudo da Universidade de Maryland, 58% dos fatores de sucesso na vida profissional estão atrelados a inteligência emocional.

Em uma pesquisa com quase 200 grandes empresas globais, Goleman descobriu que as qualidades tradicionalmente associadas com a liderança, como a inteligência, tenacidade, determinação e visão (necessárias para o sucesso), são insuficientes. Verdadeiramente, líderes e profissionais altamente eficazes também são distinguidos por um alto grau de inteligência emocional, que inclui autoconhecimento, auto-regulação, motivação, empatia e habilidade social.

Estas qualidades podem soar muito “soft” ou sem sistema nem método, mas Goleman encontrou vínculos diretos entre inteligência emocional e resultados de negócios mensuráveis. Embora a relevância da inteligência emocional para o negócio continue a acender o debate ao longo dos últimos anos, a pesquisa de Goleman continua a ser a referência definitiva sobre o assunto, com uma descrição de cada componente da inteligência emocional e uma discussão detalhada de como reconhecê-la em líderes potenciais, como e por que ele se conecta a performance, e como ele pode ser aprendido.

Outros pesquisadores confirmaram que a inteligência emocional não só distingue líderes proeminentes, mas também pode ser ligado a um forte desempenho. As conclusões de David McClelland, o renomado pesquisador em comportamento humano e organizacional, são um bom exemplo. Em um estudo de uma empresa de alimentos e bebidas global de 1996, McClelland descobriu que, quando os gerentes seniores tinham uma massa crítica de capacidades de inteligência emocional, suas divisões superavam as metas de lucros anuais em 20%. Enquanto isso, líderes da divisão sem essas características tiveram desempenho inferior em quase a mesma quantidade.

Os cinco componentes da inteligência emocional no trabalho

Voltando a Goleman e seus estudos sobre inteligência emocional nos negócios, em suas pesquisas, ele definiu cinco pontos que compõem profissionais e líderes com alto nível de inteligência emocional e que precisam ser trabalhados para que se alcance a excelência nesse conceito.

Vamos falar brevemente sobre cada um deles:

Autoconhecimento: que é definida como a capacidade de um indivíduo de reconhecer e entender seus sentimentos, humor, emoções e os efeitos deles em si mesmo e sobre os outros.

Auto-regulação: é a capacidade de uma pessoa de reconhecer e controlar seus impulsos e agir sempre de forma racional e não baseada em pré-julgamentos.

Motivação: relacionada a vontade e paixão do indivíduo por suas atividades e trabalho, independente de recompensas financeiras ou de status social.

Empatia: que é a capacidade de “se colocar no lugar do outro” e agir com a pessoa levando em conta seu contexto e emoções no momento.

Habilidade Social: definida pela capacidade de uma pessoa de construir relacionamentos e de estabelecer vínculos de troca com outros indivíduos.

É importante que as pessoas busquem entender melhor cada um desses pontos e como alcançá-los. Só assim é possível melhorar sua inteligência emocional e ser uma pessoa bem sucedida no trabalho.

Por que é importante melhorar sua inteligência emocional?

Como demonstrado por diferentes pesquisas e estudos, incluindo os de Goleman citados nesse texto, indivíduos com uma boa inteligência emocional tendem a ser mais bem-sucedidos em suas vidas, tanto no âmbito profissional como o pessoal.

Saber entender e lidar com seus sentimentos e emoções é fundamental para conseguir um dia a dia mais saudável e impacta diferentes habilidades e capacidades.

Confira alguns dos maiores benefícios de ter uma boa inteligência emocional:

Desenvolvimento da liderança

Melhoria na capacidade de tomada de decisão

Desenvolvimento de automotivação e curiosidade

Melhoria no desempenho profissional

Desenvolvimento da comunicação e poder de influência

Clareza de metas e objetivos (pessoais e profissionais)

7 exercícios para desenvolver a inteligência emocional

Agora que você já entende um pouco mais sobre o conceito de inteligência emocional e a importância dessa habilidade em sua vida profissional e pessoal, é hora de descobrir como você pode desenvolver a sua.

Por meio de exercícios simples, como os que vamos mostrar a seguir, você poderá se tornar uma pessoa muito mais consciente de suas emoções e, consequentemente, atingir todos os outros benefícios que citamos no tópico anterior. Confira:

Pesquisadores que estudam a aplicação da Psicologia Positiva para o local de trabalho chegaram à conclusão de que uma mentalidade positiva não só pode afetar nossas atitudes em relação ao trabalho, mas também os resultados que se seguem. O “capital psicológico” que trazemos para a mesa pode ter um impacto significativo sobre trabalho e carreira.

Manter a positividade em seu ambiente de trabalho pode levar a uma maior eficácia de gestão, melhoria do clima organizacional, da cultura de resultados, atingimento de alta performance e alcance das metas. Portanto, crie o hábito de ser positivo em relação ao ambiente e as pessoas a seu redor. Comemore as pequenas vitórias, registre seus progressos e em vez de se entregar a visões pessimistas e negativas, procure ser otimista e sempre buscar por soluções lógicas para seus problemas.

Conhecer o seu corpo, suas emoções e a forma como você reage a diferentes situações no dia a dia é fundamental para que você saiba como lidar com essas emoções e se torne uma pessoa mais inteligente emocionalmente.

Esse ponto tem bastante a ver com outro conceito, que é o de autoconhecimento. Portanto, busque entender mais sobre esse ponto e procure por exercícios para desenvolvê-lo. Manter um pequeno diário para anotar seus sentimentos e comportamentos durante um dia pode ser um excelente primeiro passo. 

3. Trabalhe a forma como você reage a determinadas situações

Muitas vezes, não agir por impulso é um grande desafio, principalmente quando nos encontramos frente a situações difíceis ou que elevam muito nosso nível de estresse. Porém, é preciso saber controlar isso, pois uma decisão errada, tomada na “hora da raiva” pode impactar de forma muito negativa em nosso dia a dia e prejudicar o desenvolvimento de um indivíduo tanto no âmbito profissional quanto dos relacionamentos interpessoais.

O primeiro passo para conseguir controlar suas reações e impulsos, está muito relacionado ao tópico anterior, sobre autoconhecimento. Se você conseguir identificar as situações gatilho que disparam cada um de seus comportamentos impulsivos, será possível agir de forma mais controlada e racional quando você estiver a frente de alguma delas e controlar essas reações perigosas.

Seja no trabalho ou no dia a dia comum, todos eventualmente são expostos a situações de stress e ansiedade e por mais que se queira evitá-las, é preciso saber lidar com elas.

Em momentos extremos, o mais importante é não reagir de forma impulsiva e destrutiva. Tente reconhecer suas emoções, entender o que está causando cada uma delas e buscar soluções lógicas para os problemas. Anotar as coisas, fazer esquemas ou conversar com outras pessoas pode ajudar a clarear sua mente e te levar a respostas de forma mais rápida.

É importante também tentar não se deixar dominar 100% pelos problemas. Tente manter sua rotina de exercícios físicos, leia algo que gosta ou vá ao cinema com os amigos. Os melhores insights vêm nesses momentos!  

Nosso cérebro funciona em uma velocidade que muitas vezes não conseguimos compreender e por isso sempre estamos lidando com novas emoções e opiniões.

É preciso ter cuidado com isso para não nos entregarmos a pré-julgamentos e preconceitos e também para que não deixemos de lado nossas convicções, metas e objetivos. Sempre que você se ver diante de uma situação ou pessoa nova, não se limite à sua primeira impressão sobre ela. Procure validar aquilo que você está sentindo e sempre se questione a respeito da origem de suas emoções.

Da mesma forma, busque ser fiel a seus valores e crenças e não desista tão fácil daquilo que você acredita e que te faz bem. Busque sempre entender os impactos de suas emoções e decisões em sua vida e pense se vale mesmo a pena desistir ou se apegar a algo.

Conseguir se colocar no lugar do outro é um exercício muitas vezes complicado, mas que vai mudar a forma como você se relaciona com as pessoas e compreende o mundo.

Lidar com um outro ser humano a partir apenas da sua vivência e da sua realidade pode limitar a sua percepção sobre ele e diminuir sua capacidade de compreendê-lo de forma inteira – com suas emoções, crenças e sentimentos. Do contrário, quando você interage com uma pessoa levando em conta a realidade dela, o contexto social e as experiências dela, você consegue ampliar seu entendimento sobre ela e, a partir disso, pode lidar melhor com essa pessoa, evitando julgamentos e preconceitos.  

Ter empatia é fundamental para um bom desenvolvimento profisionall – principalmente de liderança – e também vai te transformar em um ser humano muito melhor.

De forma geral, as pessoas adoram se comparar umas com as outras e isso pode acabar gerando mais frustração do que motivação. É importante entender que todos são diferentes, com uma realidade diferente, e que cada um possui seus limites. Frases do tipo “meu amigo que formou junto comigo já tem sua própria empresa e eu ainda não consegui nem ser promovido” são injustas e devem ser evitadas.

Cada pessoa tem seu tempo, sua curva de desenvolvimento, e se você ainda “não chegou lá”, na maioria das vezes isso não é por incompetência ou fracasso, mas porque seu caminho é mais longo, mais árduo, ou porque você ainda precisa aprender e consertar certas coisinhas.  Fique tranquilo e não se cobre tanto!

Nossa dica bônus para alcançar a inteligência emocional é: converse com pessoas que são referência para você e procure entender como elas percebem o s

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para que uma pessoa tenha sucesso em sua vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional, ela precisa desenvolver certas habilidades e competências, como autoconhecimento, organização, paciência, resiliência, ética e outras. Porém, talvez o ponto mais importante e decisivo para tornar alguém bem-sucedido, seja a inteligência emocional.

eu comportamento e controle emocional no dia a dia. Busque feedbacks!

Muitas vezes, poder contar com a opinião de um observador externo é essencial para que possamos identificar falhas e progressos muitas vezes imperceptíveis a nós mesmos, e para que possamos questionar a forma como nos mostramos ao mundo.

Aqui você só deve ter o cuidado de conseguir distinguir um feedback construtivo, de uma crítica pura e sem objetivo, e de saber interpretar e questionar tudo aquilo que você receber – nunca apenas aceitando de forma passiva.

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