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Coleta de dados

Coleta de dados

Segundo Marconi & Lakatos (2003, p.165), esta é a “Etapa da pesquisa em que se inicia a aplicação dos instrumentos elaborados e das técnicas selecionadas, a fim de se efetuar a coleta dos dados· previstos”.

Nesta fase, buscam-se os instrumentos necessários para a consecução da pesquisa, cujo objetivo é obter respostas para o problema abordado. O levantamento bibliográfico deve-se atentar, na leitura, para questões consideradas importantes para o desenvolvimento da pesquisa, definindo o tipo de pesquisa, a amostragem, os instrumentos de coleta de dados e a forma como pretendemos tabular e analisar seus
dados. (PRODANOV & FREITAS, 2013).

“São vários os procedimentos para a realização da coleta de dados, que variam de acordo com as circunstâncias ou com o tipo de investigação. Em linhas gerais, as técnicas de pesquisa conforme Marconi & Lakatos, (2003, p.166) são:

1. Coleta Documental.
2. Observação.
3. Entrevista.
4. Questionário.
5. Formulário.
6. Medidas de Opiniões e de Atitudes.
7. Técnicas Mercadológicas. 
8. Testes.
9. Sociometria.
10. Análise de Conteúdo.
11. História de vida.

Formatação  de trabalhos acadêmicos

Formatação  de trabalhos acadêmicos

 

O padrão de formatação de trabalhos acadêmicos normalmente utilizado pelas instituições de ensino superior são baseadas nas normas definidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as quais são compostas pelas seguintes NBRs.

Formatação:

ABNT

VANCOUVER

O que é Formatação? Tipos de Formatação

 

Formatação de Trabalhos Acadêmicos

O padrão de formatação de trabalhos acadêmicos normalmente utilizado pelas instituições de ensino superior são baseadas nas normas definidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as quais são compostas pelas seguintes NBRs.

O que são as Normas de Vancouver

As normas de Vancouver são um conjunto de regras para a publicação de trabalhos no âmbito das ciências da saúde e receberam esse nome devido à uma reunião que foi realizada na cidade de Vancouver, no Canadá, em 1978.

Nesta reunião, surgiu o Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas e também o estilo Vancouver, que foi desenvolvido pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos e diz respeito ao modo de se fazer uso de citações e referências bibliográficas nas produções acadêmicas e científicas.

Contudo, é importante ressaltar que, diferentemente das normas ABNT, as normas Vancouver não contemplam diversos itens de um trabalho acadêmico como a monografia. Por exemplo, elas não fornecem regras para a formatação de elementos como capa, folha de rosto, listas, notas de rodapé, apêndice, anexo, entre outros itens que constituem o trabalho, sendo focadas basicamente no que diz respeito às citações e referências.

Como se fazer citações no Estilo Vancouver

Assim como ocorre nas normas ABNT, as normas de Vancouver também diferenciam citações indiretas, diretas curtas e diretas longas, utilizando o mesmo critério de diferenciação adotado pelo sistema brasileiro.

A principal diferença do Estilo Vancouver é que ele se utiliza do sistema numérico para a apresentação de referências bibliográficas em vez do sistema autor-data, mais comumente encontrado nos trabalhos que seguem as normas ABNT. Ou seja, as referências bibliográficas devem ser listadas de acordo com a ordem de aparecimento no texto e indicadas por números arábicos entre parênteses (1), colchetes [1], superíndice 1, ou uma combinação de colchetes mais superíndice [1], e não pelo sobrenome do autor em ordem alfabética.

O sobrenome do autor deve ser citado com a primeira letra em maiúscula, acompanhado das iniciais dos nomes, sem vírgula entre sobrenome e iniciais do nome e sem ponto entre as inciais. As normas não indicam qualquer tipo de destaque gráfico, tais como negrito, sublinhado ou itálico, na composição das referências.

 

 

O que é um Artigo Científico?

 

O que é um Artigo Científico?

Segundo a ABNT (NBR 6022, 2003, p.2), o artigo científico pode ser definido como a “publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento”.

Mediante tal definição, um questionamento que se mostra relevante faz referência à diferença demarcada entre um artigo e uma monografia. Em consonância a esta pergunta, respostas poderão surgir, tais como a de que o artigo possui uma forma mais simplificada que a monografia. Sendo assim, veremos algumas elucidações, a fim de que possíveis dúvidas possam ser esclarecidas acerca do tema em questão.

O artigo científico, como o próprio nome já nos revela, caracteriza-se por um texto científico cuja função é relatar os resultados, sendo esses calcados de originalidade, provenientes de uma dada pesquisa. Dessa maneira, ele, materializado sob a forma de um relato acerca dos resultados originais de um estudo realizado, torna-se publicamente conhecido por meio de revistas científicas, as quais possuem uma seção destinada a esse fim. Assim assevera Santos (2007, p. 43), “são geralmente utilizados como publicações em revistas especializadas, a fim de divulgar conhecimentos, de comunicar resultados ou novidades a respeito de um assunto, ou ainda de contestar, refutar ou apresentar outras soluções de uma situação convertida”.

Como antes citado, há a hipótese de que a concisão seja a característica que demarca a diferença entre a monografia e o artigo. Assim, precisamos compreender acerca de alguns pressupostos, a fim de que possamos confirmar ou não se tal hipótese é verdadeira.

O primeiro passo é compreendermos que enquanto na monografia existe a possibilidade de se esmiuçar um determinado assunto, estendendo-o em vários capítulos, no artigo científico tal aspecto não prevalece.

Como se trata de um texto que prima pela concisão dos dados apresentados, ele precisa passar por um critério rigoroso de correção, no sentido de verificar a estruturação dos parágrafos e frases, garantir a clareza e objetividade retratadas pela linguagem, entre outros. Não deixando de mencionar que num artigo, o revisor precisa estar livre para se posicionar frente ao objeto de análise, levando em consideração alguns aspectos voltados para a análise dos argumentos apresentados, checagem do valor científico atribuído ao texto em questão, verificação da possibilidade de se tornar público (estar disponível a outras pessoas), confirmação da possibilidade de abertura a possíveis reavaliações em função de novas descobertas e, consequentemente, apresentação de melhores resultados, etc.

Quanto ao conteúdo abordado no artigo, ele pode apresentar distintos aspectos, como também pode cumprir outras tarefas, conforme nos revelavam Marconi e Lakatos (2005, p. 262):

a) versar sobre um estudo pessoal, uma descoberta, ou dar um enfoque contrário ao já conhecido;

b) oferecer soluções a questões controvertidas;

c) levar ao conhecimento do público intelectual ou especializado no assunto novas ideias, para sondagem de opiniões ou atualização de informes.

d) abordar aspectos secundários, levantados em alguma pesquisa, mas que não seriam utilizados na mesma.

Mediante tais postulados, pode parecer um tanto quanto complicado ao autor elaborar seu artigo, mas o que na verdade ocorre é que, frente a tal incumbência, ele descobrirá pontos relevantes que o permitirão desenvolver habilidades, tais como: a de sintetizar suas ideias frente ao contexto científico, a de selecionar de forma concisa e ao mesmo tempo precisa as fontes bibliográficas que lhe servirão de apoio, bem como a de avaliar melhor os dados coletados e apresentar os resultados obtidos, entre outros aspectos.

Com base em tais postulados, obtém-se a conclusão de que atualmente é crescente o número de instituições que requisitam a produção do artigo em vez da monografia. Lembrando que essa produção pode ser realizada de forma provisória, por meio de um projeto de pesquisa, o qual delimitará anteriormente as bases que fundamentarão o trabalho a ser realizado.

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa

 

A Metodologia da Pesquisa ou Procedimentos Metodológicos ou, ainda, Planejamento de Pesquisa é uma etapa de considerável importância na qual o pesquisador delineará os passos, os métodos, as técnicas, bem como os materiais, a definição da amostra/universo e a forma como serão coletados e também tratados os dados.

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