Apresentação o trabalho em público

Apresentação o trabalho em público

Apresentação o trabalho em público

Não há coisa mais horrível do que assistir a uma apresentação chata, lida sem emoções.

Claro: o segredo da boa comunicação é a fala natural, espontânea e próxima do ouvinte. Aprenda o passo a passo para um discurso perfeito

Passo 1 - Ao chegar ao local da apresentação, cumprimente todos de acordo com o grau de formalidade exigida. Se o grupo for de pessoas próximas, vale um “olá, pessoal!”. Porém, se estiver diante da diretoria, seja mais formal, citando diretamente as pessoas que compõem a mesa.

Passo 2 - Em seguida, agradeça a presença de todos e a oportunidade de se apresentar. Com essas palavras, você já terá feito a introdução, conquistando os ouvintes.

Passo 3 - Agora, em uma ou duas frases, fale sobre o assunto a ser desenvolvido e esclareça o problema para o qual pretende apresentar uma possível solução. Assim, os ouvintes estarão devidamente orientados sobre sua apresentação.

Passo 4 -Este é o momento de apresentar a solução ao problema e afastar possíveis resistências do grupo. Para sustentar seu ponto de vista, use exemplos e estatísticas. Tais argumentos ajudam no trabalho de convencimento dos ouvintes.

Passo 5- Finalmente, conclua sua apresentação. Agradeça o convite mais uma vez e peça a reflexão ou perguntas da plateia.
Use bem a expressão corporal:

· Saiba como manter a postura correta durante uma apresentação e mostrar segurança ao falar
· Evite se apoiar ora sobre uma perna, ora sobre a outra.
· Não se movimente diante do grupo sem ter um objetivo. O movimento é recomendado para dar ênfase a uma informação ou para reconquistar ouvintes desatentos.
· Não deixe os braços presos nas costas ou cruzados. Se isso ocorrer às vezes, com naturalidade, tudo bem. Porém, se ficar nessa posição por muito tempo, as pessoas poderão achar que está se protegendo. O resultado poderá ser negativo.
· Não gesticule muito nem pouco. Os gestos devem ser moderados, acompanhando bem o ritmo da fala.
· A fisionomia deve ser expressiva e corresponder ao sentimento da mensagem. Você não pode falar em alegria com um semblante triste.
· Olhe para os ouvintes enquanto fala e perceba como reagem diante da sua mensagem. Assim, eles se sentirão parte do ambiente.

Diferença entre Pós, MBA e Mestrado?

Muitas pessoas se formam e decidem dar continuidade aos estudos. Mas grande parte não sabe qual curso procurar, quais as vantagens de cada um e qual atenderá melhor seus objetivos. Às vezes acabam escolhendo algo que não é o que esperavam, porque não entenderam a proposta do curso. Pós-graduação,

Diferença entre Pós, MBA e Mestrado? são os caminhos mais comuns para se seguir depois de se formar no Ensino Superior. Algumas pessoas pensam que os três são iguais, no entanto, eles são bem diferentes, e destinados a públicos específicos. Por isso vamos explicar o que cada um deles oferece para que vocês possam fazer uma escolha consciente.

O termo
pós-graduação já engloba todos os cursos que podem ser feitos após a conclusão
do curso superior – seja de bacharelado, licenciatura ou tecnológico. Existem
duas modalidades de pós-graduação:

LATO SENSU – corresponde aos cursos de especialização. São cursos voltados
para o aperfeiçoamento e atualização do profissional. São destinados a quem
quer se aprofundar em uma área, com a intenção de trabalhar nela. Ou seja, são
cursos para otimizar a prática profissional. Nessa categoria, estão inclusos os
cursos de especialização e o MBA.

MBA Master in Business Administration – em português significa, mestre
em administração de empresas. Apesar do nome, o MBA não é um mestrado. No
Brasil é considerado um curso de especialização, latu sensu, porque é voltado
para a prática profissional. Esse curso geralmente é procurado por
profissionais que já estão no mercado e que querem melhorar seus conhecimentos
nas áreas de gestão e negócios, para se formarem executivos.

Especialização – são os cursos destinados a quem deseja se especializar
em determinada área, bem específica, que pode estar ou não relacionada à
primeira graduação. Por exemplo, quem se forma em Administração pode fazer
especialização em administração pública, hoteleira, de empresas, hospitalar,
etc. Em geral, esse tipo de curso é procurado por profissionais que entram em
uma nova área e querem focar seus conhecimentos ou por aqueles que gostam muito
de uma área e se especializam para conseguir entrar no mercado de trabalho.

STRICTO SENSU – são os cursos voltados para pesquisa e estudo das teorias de
uma determinada área. São destinados à formação científica e acadêmica, ou
seja, são mais indicados a quem pretende seguir a carreira acadêmica, como
professor, ou científica, como pesquisador. Dentro dessa modalidade, estão os
cursos de mestrado e doutorado.

Mestrado – é um curso onde o objetivo é estudar e dominar um assunto
específico dentro de um tema. Para isso, o aluno deve produzir uma dissertação
sobre seu assunto de interesse. É mais procurado por quem quer ser professor ou
pesquisador, mas também pode ser feito por quem deseja ampliar seus
conhecimentos para ter uma melhor formação no mercado de trabalho.

Doutorado – geralmente é
feito após a conclusão do mestrado. O objetivo é formar pesquisadores, por isso
o aluno deve produzir uma tese, para provar alguma ideia que possa contribuir
para o crescimento de uma determinada área de conhecimento. O doutorado é o
grau mais alto de estudo no Brasil. Em outros países, no entanto, existem ainda
o pós-doutorado, conhecido como PhD.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para que uma pessoa tenha sucesso em sua vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional, ela precisa desenvolver certas habilidades e competências,

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para que uma pessoa
tenha sucesso em sua vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional, ela
precisa desenvolver certas habilidades e competências, como autoconhecimento,
organização, paciência, resiliência, ética e outras. Porém, talvez o ponto mais
importante e decisivo para tornar alguém bem-sucedido, seja a inteligência
emocional.

Ao contrário do que muita gente acredita, inteligência emocional não tem relação com a noção de inteligência tradicional, determinada por muitos pelo QI. Assim como outras capacidades, a inteligência emocional pode ser desenvolvida e exerce grande influência também em outras questões importantes, como a capacidade de liderança e até mesmo a noção de felicidade.

Se você quer se
tornar uma pessoa mais consciente de suas ações e sentimentos, quer desenvolver
suas habilidades de liderança, autocontrole, comunicação e quer lidar melhor
com os outros a seu redor para ter mais sucesso, é hora de conhecer mais sobre
a inteligência emocional.

A seguir, você vai
descobrir em detalhes o que esse conceito significa, qual sua importância no
ambiente de trabalho e como desenvolver a inteligência emocional em seu dia a
dia com exercícios práticos.

O
que é inteligência emocional?

O conceito de
inteligência emocional diz respeito ao modo como as pessoas lidam com seus
sentimentos e emoções e também como respondem às pessoas e situações ao seu
redor. De forma geral, é simples reconhecer alguém que não tem uma boa
inteligência emocional: brigou com a namorada e saiu xingando todo mundo no
escritório? Tropeçou na rua e isso estragou seu dia? Acordou de mau humor e sua
produtividade caiu? Esses são sinais de que você precisa desenvolver sua
inteligência emocional.

Indo mais a fundo
no conceito, é difícil não falar de quem primeiro trouxe o termo para o
público: Daniel Goleman. Em 1995, com seu livro Inteligência Emocional,
ele trouxe esse conceito à tona e foi também o primeiro a o aplicar ao mundo
dos negócios com seu artigo de 1998 na HBR.

Um indivíduo com
uma boa inteligência emocional consegue lidar melhor com seus sentimentos,
controlar impulsos, evitar ser dominado por situações negativas e,
consequentemente, se torna mais produtivo, mais empático, melhora sua liderança
e consegue ter mais sucesso no dia a dia – seja no âmbito pessoal ou
profissional.  

Diferente da
inteligência mental, associada ao QI, a inteligência emocional pode ser trabalhada
diariamente e existem parâmetros que mostram se uma pessoa é mais ou menos
desenvolvida nesse ponto.

Inteligência
emocional no ambiente de trabalho

Ter uma boa
inteligência emocional é decisivo para o sucesso de uma pessoa em diferentes
áreas de sua vida. Porém, quando falamos do universo corporativo, isso se torna
ainda mais importante. Segundo um estudo da Universidade de Maryland,
58% dos fatores de sucesso na vida profissional estão atrelados a inteligência
emocional.

Em uma pesquisa com
quase 200 grandes empresas globais, Goleman descobriu que as qualidades
tradicionalmente associadas com a liderança, como a inteligência, tenacidade,
determinação e visão (necessárias para o sucesso), são insuficientes.
Verdadeiramente, líderes e profissionais altamente eficazes também são
distinguidos por um alto grau de inteligência emocional, que inclui
autoconhecimento, auto-regulação, motivação, empatia e habilidade social.

Estas qualidades
podem soar muito “soft” ou sem sistema nem método, mas Goleman encontrou
vínculos diretos entre inteligência emocional e resultados de negócios
mensuráveis. Embora a relevância da inteligência emocional para o negócio
continue a acender o debate ao longo dos últimos anos, a pesquisa de Goleman
continua a ser a referência definitiva sobre o assunto, com uma descrição de
cada componente da inteligência emocional e uma discussão detalhada de como
reconhecê-la em líderes potenciais, como e por que ele se conecta a
performance, e como ele pode ser aprendido.

Outros
pesquisadores confirmaram que a inteligência emocional não só distingue líderes
proeminentes, mas também pode ser ligado a um forte desempenho. As conclusões
de David McClelland, o renomado pesquisador em comportamento humano e
organizacional, são um bom exemplo. Em um estudo de uma empresa de alimentos e
bebidas global de 1996, McClelland descobriu que, quando os gerentes seniores
tinham uma massa crítica de capacidades de inteligência emocional, suas
divisões superavam as metas de lucros anuais em 20%. Enquanto isso, líderes da
divisão sem essas características tiveram desempenho inferior em quase a mesma
quantidade.

Os
cinco componentes da inteligência emocional no trabalho

Voltando a Goleman
e seus estudos sobre inteligência emocional nos negócios, em suas
pesquisas, ele definiu cinco pontos que compõem profissionais e líderes
com alto nível de inteligência emocional e que precisam ser trabalhados para
que se alcance a excelência nesse conceito.

Vamos falar
brevemente sobre cada um deles:

Autoconhecimento: que é definida como a capacidade
de um indivíduo de reconhecer e entender seus sentimentos, humor, emoções e os
efeitos deles em si mesmo e sobre os outros.

Auto-regulação: é a capacidade de uma pessoa de
reconhecer e controlar seus impulsos e agir sempre de forma racional e não
baseada em pré-julgamentos.

Motivação: relacionada a vontade e paixão do
indivíduo por suas atividades e trabalho, independente de recompensas
financeiras ou de status social.

Empatia: que é a capacidade de “se colocar
no lugar do outro” e agir com a pessoa levando em conta seu contexto e emoções
no momento.

Habilidade Social: definida pela capacidade de uma
pessoa de construir relacionamentos e de estabelecer vínculos de troca com
outros indivíduos.

É importante que as pessoas busquem entender melhor cada um desses pontos e como alcançá-los. Só assim é possível melhorar sua inteligência emocional e ser uma pessoa bem sucedida no trabalho.

Por
que é importante melhorar sua inteligência emocional?

Como demonstrado
por diferentes pesquisas e estudos, incluindo os de Goleman citados nesse
texto, indivíduos com uma boa inteligência emocional tendem a ser mais bem-sucedidos
em suas vidas, tanto no âmbito profissional como o pessoal.

Saber entender e
lidar com seus sentimentos e emoções é fundamental para conseguir um dia a dia
mais saudável e impacta diferentes habilidades e capacidades.

Confira alguns dos
maiores benefícios de ter uma boa inteligência emocional:

Desenvolvimento da
liderança

Melhoria na
capacidade de tomada de decisão

Desenvolvimento de
automotivação e curiosidade

Melhoria no
desempenho profissional

Desenvolvimento da
comunicação e poder de influência

Clareza de metas e
objetivos (pessoais e profissionais)

7
exercícios para desenvolver a inteligência emocional

Agora que você já
entende um pouco mais sobre o conceito de inteligência emocional e a
importância dessa habilidade em sua vida profissional e pessoal, é hora de
descobrir como você pode desenvolver a sua.

Por meio de exercícios
simples, como os que vamos mostrar a seguir, você poderá se tornar uma pessoa
muito mais consciente de suas emoções e, consequentemente, atingir todos os
outros benefícios que citamos no tópico anterior. Confira:

Pesquisadores que
estudam a aplicação da Psicologia Positiva para o local de trabalho chegaram à
conclusão de que uma mentalidade positiva não só pode afetar nossas atitudes em
relação ao trabalho, mas também os resultados que se seguem. O “capital psicológico”
que trazemos para a mesa pode ter um impacto significativo sobre trabalho e
carreira.

Manter a
positividade em seu ambiente de trabalho pode levar a uma maior eficácia de
gestão, melhoria do clima organizacional, da cultura de resultados, atingimento
de alta performance e alcance das metas. Portanto, crie o hábito de ser
positivo em relação ao ambiente e as pessoas a seu redor. Comemore as pequenas
vitórias, registre seus progressos e em vez de se entregar a visões pessimistas
e negativas, procure ser otimista e sempre buscar por soluções lógicas para
seus problemas.

Conhecer o seu
corpo, suas emoções e a forma como você reage a diferentes situações no dia a
dia é fundamental para que você saiba como lidar com essas emoções e se torne
uma pessoa mais inteligente emocionalmente.

Esse ponto tem
bastante a ver com outro conceito, que é o de autoconhecimento. Portanto,
busque entender mais sobre esse ponto e procure por exercícios para
desenvolvê-lo. Manter um pequeno diário para anotar seus sentimentos e
comportamentos durante um dia pode ser um excelente primeiro passo. 

3. Trabalhe a forma como você reage a
determinadas situações

Muitas vezes, não
agir por impulso é um grande desafio, principalmente quando nos encontramos frente
a situações difíceis ou que elevam muito nosso nível de estresse. Porém, é
preciso saber controlar isso, pois uma decisão errada, tomada na “hora da
raiva” pode impactar de forma muito negativa em nosso dia a dia e prejudicar o
desenvolvimento de um indivíduo tanto no âmbito profissional quanto dos
relacionamentos interpessoais.

O primeiro passo
para conseguir controlar suas reações e impulsos, está muito relacionado ao
tópico anterior, sobre autoconhecimento. Se você conseguir identificar as
situações gatilho que disparam cada um de seus comportamentos impulsivos, será
possível agir de forma mais controlada e racional quando você estiver a frente
de alguma delas e controlar essas reações perigosas.

Seja no trabalho ou
no dia a dia comum, todos eventualmente são expostos a situações de stress e
ansiedade e por mais que se queira evitá-las, é preciso saber lidar com elas.

Em momentos
extremos, o mais importante é não reagir de forma impulsiva e destrutiva. Tente
reconhecer suas emoções, entender o que está causando cada uma delas e buscar
soluções lógicas para os problemas. Anotar as coisas, fazer esquemas ou
conversar com outras pessoas pode ajudar a clarear sua mente e te levar a
respostas de forma mais rápida.

É importante também
tentar não se deixar dominar 100% pelos problemas. Tente manter sua rotina de
exercícios físicos, leia algo que gosta ou vá ao cinema com os amigos. Os
melhores insights vêm nesses momentos!  

Nosso cérebro
funciona em uma velocidade que muitas vezes não conseguimos compreender e por
isso sempre estamos lidando com novas emoções e opiniões.

É preciso ter
cuidado com isso para não nos entregarmos a pré-julgamentos e preconceitos e
também para que não deixemos de lado nossas convicções, metas e objetivos.
Sempre que você se ver diante de uma situação ou pessoa nova, não se limite à
sua primeira impressão sobre ela. Procure validar aquilo que você está sentindo
e sempre se questione a respeito da origem de suas emoções.

Da mesma forma,
busque ser fiel a seus valores e crenças e não desista tão fácil daquilo que
você acredita e que te faz bem. Busque sempre entender os impactos de suas
emoções e decisões em sua vida e pense se vale mesmo a pena desistir ou se apegar
a algo.

Conseguir se
colocar no lugar do outro é um exercício muitas vezes complicado, mas que vai
mudar a forma como você se relaciona com as pessoas e compreende o mundo.

Lidar com um outro
ser humano a partir apenas da sua vivência e da sua realidade pode limitar a
sua percepção sobre ele e diminuir sua capacidade de compreendê-lo de forma
inteira – com suas emoções, crenças e sentimentos. Do contrário, quando você
interage com uma pessoa levando em conta a realidade dela, o contexto social e
as experiências dela, você consegue ampliar seu entendimento sobre ela e, a
partir disso, pode lidar melhor com essa pessoa, evitando julgamentos e
preconceitos.  

Ter empatia é fundamental para um bom desenvolvimento profisionall – principalmente de liderança – e também vai te transformar em um ser humano muito melhor.

De forma geral, as
pessoas adoram se comparar umas com as outras e isso pode acabar gerando mais
frustração do que motivação. É importante entender que todos são diferentes,
com uma realidade diferente, e que cada um possui seus limites. Frases do tipo
“meu amigo que formou junto comigo já tem sua própria empresa e eu ainda não
consegui nem ser promovido” são injustas e devem ser evitadas.

Cada pessoa tem seu
tempo, sua curva de desenvolvimento, e se você ainda “não chegou lá”, na
maioria das vezes isso não é por incompetência ou fracasso, mas porque seu
caminho é mais longo, mais árduo, ou porque você ainda precisa aprender e
consertar certas coisinhas.  Fique tranquilo e não se cobre tanto!

Nossa dica bônus para alcançar a inteligência emocional é: converse com pessoas que são referência para você e procure entender como elas percebem o s

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Para que uma pessoa
tenha sucesso em sua vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional, ela
precisa desenvolver certas habilidades e competências, como autoconhecimento,
organização, paciência, resiliência, ética e outras. Porém, talvez o ponto mais
importante e decisivo para tornar alguém bem-sucedido, seja a inteligência
emocional.

eu comportamento e controle emocional no dia a dia. Busque feedbacks!

Muitas vezes, poder
contar com a opinião de um observador externo é essencial para que possamos
identificar falhas e progressos muitas vezes imperceptíveis a nós mesmos, e
para que possamos questionar a forma como nos mostramos ao mundo.

Aqui você só deve
ter o cuidado de conseguir distinguir um feedback construtivo, de uma crítica pura
e sem objetivo, e de saber interpretar e questionar tudo aquilo que você
receber – nunca apenas aceitando de forma passiva.

Sugestões e Dicas de Temas Para Tcc, Monografia, Artigo de Turismo

  • A importância da parada Gay de São Paulo para o turismo e economia de São Paulo
  • A Globalização e sua influencia no turismo
  • Qualidade do atendimento em hotelaria
  • A importância do turismo para a economia do país
  • Turismo para a terceira idade
  • A qualidade do profissional de turismo no setor de eventos
  • Eventos como forma de divulgaçao de um destino turístico
  • A história do turismo
  • O turismo cultural e o turismo lazer
  • Os cruzeiros marítimos para formandos
  • Os principais elementos do turismo
  • O marketing turístico
  • Mão-de-obra no turismo brasileiro
  • O turismo Gastronômico
  • Os tipos de turismo
  • Os aspectos ambientais e o turismo ecológico
  • A Indústria do Turismo: Características e Tendências
  • Ecoturismo no Brasil
  • O turismo como instrumento de desenvilvimento sustentável
  • As agências de viagem

Perguntas da banca sobre a monografia: veja como se preparar

Perguntas da banca
sobre a monografia: veja como se preparar

Dentro do meio
acadêmico, a importância da monografia está relacionada ao fato dessa
dissertação contemplar toda a pesquisa em relação ao tema escolhido para o seu
TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

Ficar diante de
uma banca do TCC é aquele tipo de situação que sempre assusta a todos a princípio.

No entanto, essa
complexidade diminui quando três pilares são estabelecidos na sua preparação e
que deverão, também, estar presentes na sua apresentação. Sendo eles:

  • Domínio do conteúdo;
  • Capacidade argumentativa;
  • Capacidade argumentativa .

E tendo em vista que
a banca do TCC irá avaliar a sua exposição oral, para deixar qualquer tipo de
insegurança bem longe, estar em sintonia com esses três pilares mencionados é
algo que deverá ser validado e colocado em prática durante toda a sua pesquisa
até o dia da sua apresentação!

Depois de saber quais
pontos irão guiar a sua dissertação, é hora de entender quais irão direcionar a
banca organizadora na hora de questionar a sua tese. Logo, veja abaixo quais
são eles:

  1. Sobre o título e o
    conteúdo do trabalho

O título do seu TCC
servirá para sintetizar todo o estudo científico realizado. 
Logo, é muito comum que a banca avaliadora questione a relação entre ele o
conteúdo da sua monografia.

Dessa forma,
compreender qual foi o problema debatido, analisado e resolvido serão os pontos
precursores, que ajudarão você justificar a escolha do título.

Outro detalhe
importante, responsável por muitas dúvidas, é em relação ao tema e o título do TCC. Alvo de várias
confusões, é preciso entender que o tema será responsável por guiar toda
sua pesquisa científica.  Já o título será o conjunto de palavras utilizadas
para deixar clara a finalidade do seu trabalho.

  • Sobre as referências
    bibliográficas

As referências
bibliográficas nada mais são do que os materiais utilizados para fundamentar toda
a teoria da sua pesquisa.

E por esse motivo que
perguntas relacionadas a esse material serão frequentes durante a avaliação da
banca.

Uma vez que os
avaliadores querem saber se o seu contato com aquela leitura realmente existiu.
Por isso, ao citar qualquer teórico esteja preparado para responder dúvidas em
relação ao que motivou a sua escolha de acordo com o tema do seu TCC.

  • Questionamentos sobre
    os métodos de pesquisa utilizados

Outro ponto muito
questionado pela banca é sobre o caminho utilizado para atingir os resultados
da sua pesquisa.

Logo, conhecer
os tipos de
metodologia de pesquisa para TCC é outra tarefa
que será essencial durante o seu projeto.

Responsáveis por
definirem a linha que será traçada ao classificar o estudo realizado, ela
poderá abordar metodologias exploratórias, descritivas explicativas,
quantitativas, qualitativas entre outras.

  • Sobre a
    contextualização do tema com o estudo realizado

Perguntas que
estimulem você a contextualizar o tema com o estudo realizado serão
praticamente as mais realizadas pela banca.

E para que as suas
respostas não soem decoradas e robóticas, saber relacionar o seu estudo é o
tipo de atitude que irá abranger os três pilares que mencionamos lá no começo
do artigo.

Visto que você
precisará ter domínio do conteúdo para contextualizá-lo, uma boa capacidade
argumentativa para defender sua tese e organização para que o seu
raciocínio seja coerente.

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